QUAIS OS CAMINHOS PARA A ESCOLHA DA PROFISSÃO?
A escolha da profissão é algo de grande importância na vida de todo jovem, já que provavelmente ele exercitará a sua escolha durante vários anos de sua vida. Por isso, quando se inicia o Ensino Médio, já se deve analisar quais as áreas em que há maior interesse pessoal, quais são as vagas mais disputadas, o que irá gerar mais oportunidades de acordo com a região e, a partir daí, procurar se informar, visitar áreas em que possivelmente você irá ingressar, conversar com profissionais experientes, para então tomar a decisão e começar a sua jornada de trabalho!
Há os que não buscam uma profissão; seguem a de seus pais, avós, enfim, de seus familiares. Geralmente isso ocorre quando se trata de empresas, fazendo com que os negócios fiquem entre a família.
Mas, quando não se tem oportunidade e/ou condições financeiras para se dar ao luxo de escolher a profissão e nem se tem negócios em família, o que se deve fazer?
Quando se fala de oportunidades, atualmente quase 100% da população têm, mas, a maioria não aproveita. Quanto à falta de condições financeiras, em relação à "escolha" da profissão, os jovens são muito afetados, pois a maioria, devido à necessidade, começa a trabalhar sem completar os estudos, aceita a primeira proposta que aparece e acaba não se qualificando e abolindo as chances de melhorarem de vida. Em contrapartida, alguns, mesmo com dificuldades buscam os seus sonhos, pois sabem que oportunidades não faltam. Exemplo disso, é o professor de Sociologia e Filosofia da E.E.B.Dep. Nilton Kucker, José Augusto Vick, que relatou especialmente para o blog Enlou-Cresça!, a sua escolha, o seu caminho, a sua história:
"Iniciei minha vida profissional aos doze anos de idade, não por opção, mas sim pela necessidade do trabalho para a sobrevivência, e onde permaneci por vinte anos, como auxiliar de farmácia, passando por todos os cargos existentes na hierarquia daquele estabelecimento.
De certa forma, tive todas as necessidades pessoais supridas, mas a rotina e a mesmice me incomodavam, e assim, parti para os estudos, fiz vestibular em 1991 para Ciências Sociais, simultaneamente trabalhava na farmácia e fazia faculdade. Foram surgindo possibilidades de ministrar aulas, até que em 2002 eu abandonei de vez a primeira profissão e parti para e exclusivamente a educação, onde sou um professor feliz, realizado e acredito que atingi minha plenitude, em todos os sentidos."
Diante de um fato como este, nos resta agarrar com as duas mãos as boas oportunidades que surgirem, para que no futuro não tenhamos que tentar sobreviver com um salário mínimo que mal supre as nossas necessidades básicas, e além de tudo, exercendo funções que não são do nosso agrado e, nos causam um grande desgaste físico e emocional.
